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terça-feira, 24 de agosto de 2010

A marca de um amor

Um menino tinha uma cicatriz no rosto,
as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado,
na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:

Que não poderia tirar o menino do colégio,
e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula,
e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino,
a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria,
sabia que os alunos não olhariam mais para trás.


Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio,
com uma condição:

Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula,
para dizer o por quê daquela CICATRIZ.

A turma concordou,
e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês,
na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:

- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora,
eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo .

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-... Foi aí que não sei como,
a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente...

Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar,
pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali,
não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:

- " Minha filhinha está lá dentro!"
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava,
mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi.
Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.
Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente,
mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.
Eu sabia o quarto em que ela estava.

Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
Neste momento vi caindo alguma coisa,
então me joguei em cima dela para protegê-la,
e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam,
sem saberem o que dizerem ou fazerem,
mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Para você que leu esta história,
queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.

Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem,
estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas,
seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO,
adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.

Essas cicatrizes eram nossas,
mas Ele, pulou em cima da gente,
protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..

Essas também são marcas de AMOR.

Jesus te ama,
não por quem você é,
mas sim pelo que você é,
e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.

Nunca se esqueça disso!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Uma cachorrinha, uma onça e um macaco

Havia uma cachorrinha de nome Niquinha. A dona dela levou-a para passear na floresta. Ela se afastou da sua dona e foi para o mato e começou a comer um osso. De repente, ela percebeu que uma onça se aproximava para devorá-la. Ela fingiu que não viu e quando a onça estava perto falou para a onça ouvir: que onça gostosa acabei de comer. Agora vou matar outra. A onça, ao ouvir isto, ficou apavorada e foi embora.

Um macaco que estava no alto de uma árvore tudo viu e ficou com muita inveja da cachorrinha. Disse: Essa não! Eu pensava que era o animal mais esperto e agora vejo que essa cachorrinha é mais esperta que eu. Vou dar um jeito. Comportou-se literalmente como "amigo da onça". Saiu correndo atrás da onça e falou para ela que fora enganada pela cachorrinha Niquinha. Quando a Niquinha percebeu, a onça estava voltando com o macaco montado nela. Fingiu novamente que não viu e ficou de costa. Quando viu que a onça estava perto falou alto: Cadê esse macaco que foi buscar outra onça para eu matar e comer que não chega?

Ouvindo isso e sentindo-se enganada, a onça ficou uma fera com o macaco e o matou e o comeu.

E a Niquinha fugiu, voltando para os braços da sua dona.

Conclusão:

1) Diante do perigo é necessário ter tranqüilidade e criatividade. Com tranquilidade
(controle emocional) procurar uma saída criativa;

2) O invejoso quer ser esperto, mas, termina por se dar mal!

Fábula adaptada por Luciano M. Castelo

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Carta de um Bebê

Oi mamãe, tudo bom?

Eu estou bem, graças a Deus faz apenas alguns dias que você me concebeu em sua barriguinha.
Na verdade, não posso explicar como estou feliz em saber que você será minha mamãe, outra coisa que me enche de orgulho é ver o amor com que fui concebido.

Tudo parece indicar que eu serei a criança
mais feliz do mundo !!!!!!
Mamãe, já passou um mês desde que fui concebido,
e já começo a ver como o
meu corpinho começa a se formar, quer dizer,
não estou tão lindo como você,
mas me dê uma oportunidade !!!!!!
Estou muito feliz!!!!!!

Mas tem algo que me deixa preocupado...
Ultimamente me dei conta de que há algo na sua
cabeça que não me deixa dormir, mas tudo bem,
isso vai passar, não se desespere.
Mamãe, já passaram dois meses e meio, estou muito feliz com
minhas novas mãos e tenho vontade de usá-las para brincar...

Mamãezinha me diga o que foi?
Por que você chora tanto todas as noites??
Porque quando você e o papai se encontram,
gritam tanto um com o outro?
Vocês não me querem mais ou o que?
Vou fazer o possível para que me queiram...

Já passaram 3 meses, mamãe,
te noto muito deprimida, não entendo
o que está acontecendo, estou muito confuso.
Hoje de manhã fomos ao médico e ele marcou
uma visita amanhã.

Não entendo, eu me sinto muito bem....
por acaso você se sente mal mamãe?

Mamãe, já é dia, onde vamos?
O que está acontecendo mamãe??
Porque choras??
Não chore, não vai acontecer nada...
Mamãe, não se deite, ainda são 2 horas da tarde,
não tenho sono, quero continuar brincando
com minhas mãozinhas.

Ei !!!!!! O que esse tubinho
está fazendo na minha casinha??
É um brinquedo novo??
Olha !!!!!! Ei, porque estão sugando minha casa??
Mamãe !!!!

Espere, essa é a minha mãozinha!!!!
Moço, porque a arrancou??
Não vê que me machuca??
Mamãe, me defenda !!!!!!
Mamãe, me ajude !!!!!!!!
Não vê que ainda sou muito pequeno
para me defender sozinho??

Mãe, a minha perninha, estão arrancando.
Diga para eles pararem, juro a você que vou me comportar bem e que não vou mais te chutar.

Como é possível que um ser humano possa fazer isso comigo? Ele vai ver só quando eu for grande e forte.....
ai.....
mamãe, já não consigo mais...
ai...
mamãe, mamãe, me ajude...

Mamãe, já se passaram 17 anos desde aquele dia,
e eu daqui de cima observo como ainda te machuca
ter tomado aquela decisão.

Por favor, não chore, lembre-se
que te amo muito e que estarei aqui te esperando
com muitos abraços e beijos.
Te amo muito

Seu bebê.

QUE DEUS TENHA PENA DE NOSSAS ALMAS!
Tenhamos consciência.
Digam NÃO ao aborto!

sábado, 19 de setembro de 2009

Vamos Estimular a Leitura

Segundo dados da Câmara Brasileira do Livro (CBL), cada brasileiro lê pouco mais de dois livros por ano. Na Inglaterra, estima-se que a média seja de 5 livros; nos Estados Unidos, 6. Outro dado preocupante é que enquanto na Índia, um país em desenvolvimento, as pessoas gastam em média 10 horas por semana lendo, aqui, no Brasil, essa estimativa é de 5 horas. Dados como esses chamam tanto a atenção que a Folha de São Paulo de 28 de maio de 2008 publicou a seguinte matéria:

Leitura no Brasil é uma "vergonha", diz "The Economist"

A aversão dos brasileiros aos livros virou assunto da última edição da influente revista britânica "The Economist". Para a publicação, a situação precária das bibliotecas públicas e o baixo índice de leitura dos brasileiros constituem "motivo para vergonha nacional", juntamente com o crime e com as taxas de juros. Leia abaixo uma tradução do texto "Um país de não-leitores" publicado pela "The Economist":

"Muitos brasileiros não sabem ler. Em 2000, um quarto da população com 15 anos ou mais eram analfabetos funcionais. Muitos simplesmente não querem. Apenas um adulto alfabetizado em cada três, lê livros. O brasileiro médio lê 1,8 livros não-acadêmicos por ano, menos da metade do que se lê nos EUA ou na Europa. Em uma pesquisa recente sobre hábitos de leitura, os brasileiros ficaram em 27º em um ranking de 30 países, gastando 5,2 horas por semana com um livro. Os argentinos, vizinhos, ficaram em 18º".

Pessoas que não são leitoras têm a vida restrita à comunicação oral e dificilmente ampliam seus horizontes, por ter contato apenas com idéias muito próximas das suas. É nos livros que temos a chance de entrar em contato com o desconhecido, e conhecer outras épocas e lugares e com eles “abrir a cabeça”. Por isso, incentivar a formação de leitores é fundamental no mundo de hoje, pois estaremos colaborando para a formação de cidadãos mais conscientes e críticos, que reconhecem e respeitam a diversidade.

O livro é uma fonte inesgotável de conhecimento. Quanto mais cedo uma criança começar a ter contato com ele, maiores são as probabilidades de obter sucesso, pessoal e escolar, no futuro.

Ouvir, ler em voz alta, ler em conjunto e conversar sobre livros desenvolve a inteligência e a imaginação. Os livros são também uma forma de enriquecer o vocabulário e a linguagem. As imagens, informações e ideias dos livros alargam o conhecimento do mundo. Ter o hábito de ler é uma forma de se conhecer melhor e compreender os outros. Ler em conjunto é divertido e reforça o prazer do convívio. A leitura torna as crianças mais calmas, ajudando-as a ganhar autoconfiança e poder de decisão

Por isso, visando no pleno desenvolvimento de nossos alunos, estmos lançando um projeto para estimular a leitura tanto na língua materna (português) com em língua inglesa. Entretanto, para o sucesso desse projeto é necessário o empenho de todos, divulgando os dados apresentados, pesquisando novas informações e principalmente, estimulando, apoiando a leitura.

Quando você for presentear alguém, principalmente crianças, tenha em mente que ao dar-lhe um livro você estará contribuindo para que essa criança desenvolva diversas faculdades que serão de suma importância em sua vida adulta, como por exemplo, a consciência crítica, a liberdade de pensamento, a imaginação e junto com ela a criatividade.

Portanto, dê livros! Você estará contribuindo para a construção de uma nação mais desenvolvida intelectualmente.

sábado, 22 de agosto de 2009

Momento de Reflexão e Transformação:

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Fernando Pessoa.

sábado, 18 de julho de 2009

After a While

After a while you learn
The subtle difference between
Holding a hand and chaining a soul
And you learn that love doesn't mean leaning
And company doesn't always mean security.

And you begin to learn
That kisses aren't contracts
And presents aren't promises
And you begin to accept your defeats
With your head up and your eyes ahead
With the grace of a woman
Not the grief of a child

And you learn
To build all your roads on today
Because tomorrow's ground is
Too uncertain for plans
And futures have a way
Of falling down in mid flight

After a while you learn
That even sunshine burns if you get too much
So you plant your own garden
And decorate your own soul
Instead of waiting
For someone to bring you flowers

And you learn
That you really can endure
That you are really strong
And you really do have worth
And you learn and you learn
With every good bye you learn.

(Veronica A. Shoffstall)

quinta-feira, 11 de junho de 2009

AS ESCOLHAS DE UMA VIDA

A certa altura do filme Crimes e Pecados, 
o personagem interpretado por Woody Allen diz: 
'Nós somos a soma das nossas decisões'. 

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. 

Compartilho do ceticismo de Allen: 
A gente é o que a gente escolhe ser, 
O destino pouco tem a ver com isso. 

Desde pequenos aprendemos que, 
Ao fazer uma opção, 
Estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia 
que se convencionou chamar 'minha vida'. 

Não é tarefa fácil. 
No momento em que se escolhe ser médico, 
Se está abrindo mão de ser piloto de avião. 
Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a 
arquitetura. 
No amor, a mesma coisa: 
Namora-se um, outro, e mais outro, 
Num excitante vaivém de romances. 
Até que chega um momento em que é 
Preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com 
alguém, 
Apenas vivenciando amores 
E deixando-os ir embora quando se findam, 
Ou casar, e através do 
Casamento fundar uma microempresa, 
Com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. 
As duas opções têm seus prós e contras: 
Viver sem laços e viver com laços... 

Escolha: 
Beber até cair ou virar vegetariano e budista? 

Todas as alternativas são válidas, 
Mas há um preço a pagar por elas. 
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, 
Ser casados de segunda a sexta 
E solteiros nos finais de semana, 
Ter filhos quando se está bem-disposto 
E não tê-los quando se está cansado. 

Por isso é tão importante o auto conhecimento. 
Por isso é necessário ler muito, 
Ouvir os outros, 
Estagiar em várias tribos, 
Prestar atenção ao que 
Acontece em volta e não 
Cultivar preconceitos. 

Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, 
Elas têm que refletir o que a gente é. 
Lógico que se deve reavaliar decisões e 
Trocar de caminho, 
Ninguém é o mesmo para sempre. 
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para 
anular a vivência do 
Caminho anteriormente percorrido. 

A estrada é longa e o tempo é curto. 
Não deixe de fazer nada que queira, 
Mas tenha responsabilidade e maturidade 
Para arcar com as conseqüências destas ações. 

Lembrem-se: 
Suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, 
Mas também 50% de chance de darem errado. 
'É preciso muita coragem para enfrentar seus inimigos. Mas é preciso 
ainda mais coragem para enfrentar seus amigos.' 

'Às vezes, é preciso esquecer um pouco a pressa e prestar mais atenção 
em todas as direções ao longo do caminho. A pressa cega os olhos. E 
deixamos de observar tantas coisas boas e belas que acontecem ao nosso 
redor. Às vezes, o que precisamos está tão próximo... Passamos, 
olhamos, mas não enxergamos. Não basta apenas olhar. É preciso saber 
olhar com os olhos, enxergar com a alma e apreciar com o coração. O 
primeiro passo para existir é imaginar. O segundo é nunca se esquecer 
de que querer fazer é poder fazer, basta acreditar'.
 

(Pedro Bial)

VINTE E TANTOS...

A chamam de 'crise do quarto de vida'. 
Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há 
alguns anos. 
Se dá conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por 
diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc.. 
E cada vez desfruta mais dessa cervejinha que serve como desculpa para 
conversar um pouco. 
As multidões já não são 'tão divertidas'... E as vezes até lhe incomodam. 
E você estranha o bem-bom da escola, dos grupos, de socializar com as mesmas 
pessoas de forma constante. 
Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, 
outros não eram tão especiais depois de tudo. 
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses 
amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores 
pessoas que conheceu e que o pessoal com quem perdeu contato são os amigos 
mais importantes para você. 
Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. 
Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto pôde 
lhe fazer tanto mal. 
Ou, talvez, a noite você se lembre e se pergunte por que não pode conhecer 
alguém o suficiente interessante para querer conhecê-lo melhor. 
Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns 
começam a se casar. 
Talvez você também, realmente, ame alguém, mas, simplesmente, não tem 
certeza se está preparado (a) para se comprometer pelo resto da vida. 
Os rolês e encontros de uma noite começam a parecer baratos e ficar 
bêbado(a) e agir como um(a) idiota começa a parecer, realmente, estúpido. 
Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado(a) e significa muito 
dinheiro para seu pequeno salário. 
Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que 
estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que 
tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo. 
Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não 
quer. 
Suas opiniões se tornam mais fortes.. 
Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que 
o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona 
coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. 
Às vezes, você se sente genial e invencível, outras... Apenas com medo e 
confuso (a). 
De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o 
passado se distancia mais, e que não há outra opção a não ser continuar 
avançando. 
Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro... E como construir uma 
vida para você. 
E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar 
competindo nela. 
O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse 
textos nos identificamos com ele. Todos nós que temos 'vinte e tantos' e 
gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. 
Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na 
cabeça... Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos 
que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos... 
Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. 
Parece que foi ontem que tínhamos 16...Então, amanha teremos 30?!?! Assim 
tão rápido?!?! 
FAÇAMOS VALER NOSSO TEMPO... QUE ELE NAO PASSE EM VÃO! 
A vida não se mede pelas vezes que você respira, mas sim por aqueles 
momentos que lhe deixam sem fôlego....

Esse texto foi-me enviado por uma amiga via e-mail.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Deficiências

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência que é dono do seu destino.
"Louco" é quem nã procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para os seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo para ouvir um desabafo de um amigo, o apelo de um irmão, pois sempre está apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por detrás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é que não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos aqueles que não conseguem falar com Deus.
A amizade é um amor que nunca morre.

(Mário Quintana)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

ILUSÕES DO AMANHÃ

Por que eu vivo procurando
Um motivo de viver,
Se a vida às vezes parece de mim esquecer?
Procuro em todas, mas todas não são você
Eu quero apenas viver
Se não for para mim que seja pra você.
Mas às vezes você parece me ignorar
Sem nem ao menos me olhar
Me machucando pra valer.

Atrás dos meus sonhos eu vou correr
Eu vou me achar, pra mais tarde em você me perder.

Se a vida dá presente pra cada um
O meu, cadê?

Será que esse mundo tem jeito?
Esse mundo cheio de preconceito.
Quando estou só, preso na minha solidão
Juntando pedaços de mim que caíam ao chão
Juro que às vezes nem ao menos sei, quem sou.

Talvez eu seja um tolo,
Que acredita num sonho
Na procura de te esquecer
Eu fiz brotar a flor
Para carregar junto ao peito
E crer que esse mundo ainda tem jeito
E como príncipe sonhador
Sou um tolo que acredita ainda no amor.

 (Alexandre Lemos - APAE)


Este poema foi escrito por um aluno da APAE, chamado, pela sociedade, de excepcional. Excepcional é a sua  sensibilidade!
Ele tem 28 anos, com idade mental de 15 .
Se  uma pessoa assim acredita tanto porque as que se dizem  normais não
acreditam?

terça-feira, 26 de maio de 2009

Depois de Algum Tempo

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apolar-se, e que companhia nem sempre significa não estar só.

Começa aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.

Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...

E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai te ferir de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que, às vezes, falar pode aliviar dores da alma.

Descobre que leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la...

E que você pode fazer coisas em um instante das quais irá se arrepender pelo resto de sua vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias...

E o que realmente importa não é o que você tem... Mas, quem você é.

E que bons amigos são a família que te permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam...

Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa ou nada e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa são tomadas de você muito depressa...

Por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que os vemos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não deve se comparar aos outros, mais com o melhor que você pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoas que se quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa aonde você já chegou, mas para onde você está indo...

Porém, se você não sabe aonde quer chegar qualquer caminho serve.

Aprende que ou você controla seus atos ou eles te controlarão... e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados, duas opções, duas possibilidades de escolha.

Aprende que paciência requer muita, muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que te chute quando você  cai é uma das poucas que te ajudam a levantar.

Aprende que a maturidade tem mais haver com os tipos de experiência que se teve e o que aprendeu com elas do que com quantos aniversários foram celebrados.

Aprende que paciência requer muita, muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que te chute quando você  cai é uma das poucas que te ajudam a levantar.

Aprende que a maturidade tem mais haver com os tipos de experiência que se teve e o que aprendeu com elas do que com quantos aniversários foram celebrados.

Aprende que quando está com raiva você tem o direito de estar, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não te ama do jeito que você quer, não significa que esse alguém

não te ame com tudo o que pode. Pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente são sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém...

Algumas vezes você tem que perdoar a si mesmo.

Aprende que o tempo é algo que jamais volta. E que apesar de tudo...

Você pode suportar e vencer.

Que realmente você é forte, e que pode ir muito mais longe do que jamais imaginou.

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

Que nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos proporcionar a alguém, se não fosse o medo de tentar...

Portanto plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.

(William Shakespeare, com algumas modificações minhas)

Não te deixes vencer do mal, mas vença o mal com o bem.

(Rm 12:21)

 

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Experiência

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: "-Você tem experiência?" A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

A REDAÇÃO VENCEDORA:

"Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da  emoção, guardados num baú,chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
"Qual sua experiência?". Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência...experiência... Será  que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência? Não!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: 
Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?"

Às vezes

As vezes é preciso perder para dar VALOR.  
É preciso chorar para aprender a AMAR.
É preciso confiar para se ENTREGAR, e ainda assim a grande verdade é que...
é preciso ouvir para nunca GRITAR... 
Todos irão sofrer um dia, para saber, o verdadeiro sentido da felicidade!  
Se sentir saudade: PROCURE. 
Se sentir vontade: FAÇA.
Se tiver vontade: LUTE. 
Se perder: ESQUEÇA.  
Se gostar: VIVA!  
"Muitas vezes deixamos de lutar pelo que realmente queremos pelo simples fato de não querer ouvir um NÃO...  
errar é humano... perdoar é preciso...e correr atrás daquilo que realmente queremos é uma obrigação nossa!!!! 
Viva... ame... pense... erre... e depois do erro corra atrás de refazer o seu acerto. Afinal nada é pra vida toda!!!

Uma grande amiga me enviou este texto.

Amor de Mãe

Foi em dezembro de 1944 que tudo começou. Caminhões chegaram no campo de concentração de Bergen-Belsen e despejaram 54 crianças. A mais velha tinha 14 anos e havia muitos bebês. No alojamento das mulheres, Luba Gercak dormia. Acordou sua vizinha de beliche e lhe perguntou: "está escutando?" É choro de criança."A outra lhe disse que voltasse a dormir. Ela devia estar sonhando. Todos conheciam a história de Luba. Ainda adolescente se casara com um marceneiro e tiveram um filho, Isaac.

Quando veio a guerra, os nazistas lhe arrancaram dos braços o filho de três anos e o jogaram em um caminhão, junto com outras crianças e velhos. Todos inúteis para o trabalho e, portanto, com destino certo: a câmara de gás. Logo mais, ela pôde ver um outro caminhão arrastando o corpo, sem vida, do marido. No primeiro momento, desistira de viver. Depois a fé lhe visitou a alma e ela percebeu que Deus esperava muito mais dela.. Então, passou a ser voluntária nas enfermarias. Agora, Luba ouvia choro de crianças. Quem seriam? Abriu a porta do alojamento e viu meninos, meninas, bebês apinhados, em choro, no meio do campo. Separados de seus pais, se encontravam desnorteados e tinham fome e frio.

Luba as trouxe para dentro. E porque protestassem as demais ocupantes do infecto alojamento, ela as repreendeu, dizendo: "vocês não são mães? Se fossem seus filhos, diriam para que eu os deixasse morrer de frio? Eles são filhos de alguém."Em verdade, o que suas companheiras temiam era a fúria dos soldados da SS.Luba agradeceu a Deus por ter lhe enviado aquelas crianças. O seu filho morrera, mas faria tudo para que aquelas crianças vivessem.

Foi até o oficial da SS no acampamento e lhe contou o que fizera. Pôs sua mão no braço dele e suplicou. Ele se deu conta que ela o tocara, o que era proibido, e lhe aplicou um soco em pleno rosto, fazendo-a cair.

Ela se levantou, e falou: "sou mãe. Perdi meu filho em Auschwitz. Você tem idade para ser avô. Por que há de querer maltratar crianças e bebês?" "Fique com elas", foi a resposta seca do oficial.Mas ficar com elas não era suficiente. Era necessário alimentá-las. Nos dias que se seguiram, todas as manhãs, ela ía ao depósito, à cozinha, à padaria, implorando, barganhando e roubando alimentos.Os meninos ficavam à janela e quando a viam chegar diziam uns aos outros: "lá vem irmã Luba. Ela traz comida pra nós!". À noite, ela cantava canções de ninar e as abraçava. Era a mãe que lhes faltava. As crianças, que falavam holandês, não entendiam as palavras de Luba, que era polonesa, mas compreendiam seu amor.

Em 15 de abril de 1945, os tanques britânicos entraram no campo, vitoriosos e em seis idiomas passaram a rugir os alto-falantes: "estão livres! Livres!". Luba conseguira salvar 52 das 54 crianças que adotara como filhos do coração. Em abril de 1995, 50 anos após a libertação, cerca de 30 homens e mulheres se reuniram na prefeitura de Amsterdã para homenagear aquela mulher. Recebeu, em nome da rainha beatriz, a medalha de prata por serviços humanitários.

No entanto, declarou que sua maior recompensa era estar com aqueles seus filhos que, com o apoio de Deus, conseguira salvar da sombra dos campos da morte. Por isso tudo nunca pensemos que somos muito pequenos para lutar pelas grandes causas ou que estamos sós. Quem batalha pela justiça, tem um insuperável aliado que se chama Deus, nosso Pai.

CADA UM DE NÓS, PODE FAZER A DIFERENÇA, MESMO SE FOR SÓ EM CASA.

Essa mensagem foi-me enviada por uma grande amiga.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Conselhos de um velho Apaixonado

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer
seu coração parar de funcionar por alguns segundo,
preste atenção pode ser a pessoa 
mais importante da sua vida

Se os olhares se cruzarem e, neste momento,
houver o mesmo intenso brilho entre eles,
fique alerta pode ser a pessoa que você está
esperando desde o dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo
for apaixonte, e os olhos se encherem
d'água neste momento, perceba
existe algo mágico entre vocês

Se o 1º e último pensamento do seu dia
for essa pessoa, se a vontade de ficar
juntos chegar a apertar o coração, agradeça:
Algo do céu te mandou
um presente divino: O AMOR.

Se um dia tiverem que pedir perdão
um ao outro por algum motivo e, em troca,
receber um abraço, um sorriso,
um afago nos cabelos e os gestos
valerem mais que mil palavras,
entregue-se, vocês foram feitos
um para o outro.

Se por algum motivo você estiver triste,
se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa
sofrer o seu sofrimento chorar as suas
lágrimas e enchugá-las com ternura, que coisa
maravilhosa você poderá contar com ela em
qualquer momento da sua vida.

Se você conseguir, em pensamento, sentir o
cheiro da pessoa como se ela estivesse ali
do seu lado....

Se você achar a pessoa maravilhosamente linda,
mesmo ela estando de pijamas velhos,
chinelos de do e cabelos emaranhados...

Se você não consegue imaginar, de maneira
nenhuma, um futuro sem a pessoa a seu lado...

Se você tiver a certeza que vai ver
a outra envelhecendo e, mesmo assim, tiver a
convicção que vai continuar sendo louco por ela...


Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na
vida, poucas amam ou encontram um amor 
verdadeiro. Às vezes encontrame e por não
prestarem atenção nesses sinais, deixam o 
amor passar, sem deixá-los acontecer
verdadeiramente.
É o livre arbítrio. Por isso, preste atenção nos
sinais.


Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para
a melhor coisa da vida: o AMOR!!!

De Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 12 de maio de 2009

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Inacabado

Não perca de vista que toda vez que você tiver a oportunidade de tocar a sua fragilidade, você só tem o direito de tocar nessa fragilidade se for com o desejo de superá-la. Isso é ser feito aos poucos. É a gente descobrir que nós temos algumas fragilidades dentro de nós e que se a gente alimenta, elas correm o risco de se tornar o que há de maior em nós. E nós não temos o direito de nos reduzir a um erro, a um limite que temos. Eu não sou o limite que eu tenho, eu sou muito mais que os limites que eu tenho. Os limites fazem parte de mim, mas eu não sou os limites que eu tenho. Da mesma forma que eu não posso me reduzir ao meu passado, eu não sou um Homem do passado, eu sou um Homem do presente, marcado por experiências passadas, mas pronto para recolher o novo da vida, agora, neste momento. 

Somos homens e mulheres em processo de feitura, estamos sendo feitos aos poucos, e é maravilhoso a gente pensar isso, sabe por quê? Quando a gente compra uma casa que está pronta, você corre o risco de não gostar de um monte de coisa nela, não é verdade? Ou então, você pode acertar e comprar a casa dos seus sonhos, mas que não foi feita por você. A gente sempre vai olhar para aquela casa, que é a nossa, mas a gente sempre vai imaginar um detalhe que poderia ter sido diferente porque a casa não foi construída por nós. Olha que maravilha a gente poder pensar que a nossa vida é uma casa que é construída por nós e olha que até mesmo os outros que participam da nossa construção, eles só participam porque a gente deixa, um amigo trouxe um tijolinho ou trouxe um quadro no momento da decoração, seu amigo vem e traz um quadro para fazer parte da sua casa. 

Essa parede não é de pedra, esse quadro não é de concreto. Nós estamos falando de coisas da alma. Estamos falando dessa possibilidade que nós temos de ser uma casa espiritual, aquela que a gente não pode ver com os olhos, mas que nós podemos percebê-la com os olhos. Não vejo, mas percebo. A sua casa, mesmo que ela cause susto em muita gente, ela pode ser diferente porque essa construção está nas suas mãos, você está sendo feito. Deus está nos dando os instrumentais todos os dias para que a gente possa se refazer, para que a gente possa se reconstruir. 

Hoje, na casa da sua vida, Deus nos dá a oportunidade de derrubar paredes, de jogar pelo chão aquilo que não nos agrada e começar tudo de novo, para que seja uma casa bonita, não só aos nossos olhos, mas também agradável aos olhos daqueles que passam por nós. Como que a gente faz isso? Construindo aos poucos? É bom que seja assim. Uma construção que é feita aos poucos, a gente tem condições de enxergar diferente porque você vai e observa os detalhes. Na correria é complicado, na correria a gente corre o risco de erguer uma parede no lugar errado porque você não teve tempo de pensar o lugar certo para aquela parede. 

Às vezes na pressa de feitura, a gente constrói paredes no lugar errado, às vezes nós construímos muros onde não podemos e nos separamos de nós mesmos e até mesmo nos separamos de quem a gente ama. Pode ser que hoje você vá descobrir que há um muro nessa sua casa separando você daqueles que você ama. Qual é esse muro? Você pode descobrir, e sabe o que você faz com esse muro? Joga ele no chão porque a casa é sua, quem manda é você. Quem disse que você tem que morrer com este muro te incomodando? Quem disse que você tem que morrer com todas essas realidades humanas atrapalhando você a ver o outro lado. 

Há muros espirituais que nós corremos o risco de colocar ou então quadros desagradáveis... uma sala linda e de repente você percebe que naquela sala tem um quadro que não combina em nada com as cores da sala que você escolheu. O que tem que fazer? Ter coragem de tirar o quadro e jogar fora, dizer ‘olha, eu agradeço muito, mas esse quadro não está me ajudando’. Às vezes, existem pessoas que entram na nossa vida e começam a colocar detalhes em nós que não combinam com a gente e a gente, por falta de coragem, vai permitindo que aquilo vá ficando e daqui a pouco você se sente sufocado.

É o que meu amigo hoje reclamava para mim. Aquilo que ele havia feito de errado era como se fosse uma moldura que ele tinha permitido ser colocada na sala dele e que agora ele não conseguia ficar sentado na sala que ele tanto ama porque tinha um quadro atrapalhando ele, tinha um quadro retirando a paz, um quadro que não tinha anda a ver com a mobília da sala dele. Defeito é isso, é aquilo que nós insistimos em ficar, em permanecer e que de repente a gente está retirando a paz da nossa casa, da nossa casa interior, está retirando a graça da nossa vida porque nós estamos colocando detalhes que não fazem bem. Naquele momento você me ajudou a expulsar aquele quadro da minha sala e depois que eu tirei aquele quadro, veio uma paz muito grande. E às vezes, sabe o que é retirar o quadro? É pedir perdão a alguém. Retire o quadro do rancor, eu não quero que o rancor continue em mim. Eu não quero que esse rancor continue sendo determinante na minha vida. 

Hoje, na casa da sua vida, na sala da sua vida, há muitos detalhes que são seus, quem sabe hoje...a gente possa esbarrar em algum detalhe que possa lhe ajudar a colocar em ordem esse lugar que você tanto ama.” 

“Tu és bem mais que os seus erros do passado.”

Essa mensagem foi-me enviada por uma grande amiga.

quinta-feira, 30 de abril de 2009


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Somos professores? Muito mais!

Somos professores? Muito mais!
Somos educadores? Mais ainda!
Somos vendedores de sonhos!
Vendemos sonhos para o abatido se animar,
Para o tímido ousar, para o ansioso se tranqüilizar,
Para o poeta se inspirar e para o pensador criticar e criar.
Sem sonhos, somos servos!
Sem sonhos, obedecemos ordens!
Que vocês, alunos, sejam grandes sonhadores!
E se sonharem, não tenham medo de caminhar!
E se caminharem, não tenham medo de tropeça!
E se tropeçarem, não tenham medo de chorar.
Levantem-se, pois não há caminhos sem acidentes.
Dêem sempre uma nova chance para si mesmos.
Pois a liberdade só é real se, após falharmos,
Existir o direito de recomeçar...

A HISTÓRIA DA GRANDE TORRE

“Num tempo não muito distante do nosso, a humanidade ficou tão caótica que os homens fizeram um grande concurso. Eles queriam saber qual a profissão mais importante da sociedade. Os organizadores do evento construíram uma grande torre dentro de um enorme estádio com degraus de ouro, cravejada de pedras preciosas. A torre era belíssima. Chamaram a imprensa mundial, a TV, os jornais, as revistas e as rádios para realizarem a cobertura.
O mundo estava plugado no evento. No estádio, pessoas de todas as classes sociais se espremiam para ver a disputa de perto. As regras eram as seguintes: cada profissão era representada por um ilustre orador. O orador deveria subir rapidamente num degrau da torre e fazer um discurso eloqüente e convincente sobre os motivos pelos quais sua profissão era a mais importante da sociedade moderna. O orador tinha de permanecer na torre até o final da disputa. A votação era mundial e pela Internet.
Nações e grandes empresas patrocinavam a disputa. A categoria vencedora receberia prestígio social, uma grande soma em dinheiro e subsídios do governo. Estabelecidas as regras, a disputa começou. O mediador do concurso bradou: "O espaço está aberto!"
Sabem quem subiu primeiro na torre? Os educadores? Não! O representante da minha classe, a dos psiquiatras.
Ele subiu na torre e a plenos pulmões proclamou: "As sociedades modernas se tornarão uma fábrica de estresse. A depressão e a ansiedade são as doenças do século. As pessoas perderam o encanto pela existência. Muitas desistem de viver. A indústria dos antidepressivos e dos tranqüilizantes se tornou a mais importante do mundo." Em seguida, o orador fez uma pausa. O público, pasmo, ouvia atentamente seus argumentos contundentes.
O representante dos psiquiatras concluiu: "O normal é ter conflitos, e o anormal é ser saudável. O que seria da humanidade sem os psiquiatras? Um albergue de seres humanos sem qualidade de vida! Por vivermos numa sociedade doentia, declaro que somos, juntamente com os psicólogos clínicos, os profissionais mais importantes da sociedade!"
No estádio reinou um silêncio. Muitos na platéia olharam para si mesmos e perceberam que não eram alegres, estavam estressados, dormiam mal, acordavam cansados, tinham uma mente agitada, dores de cabeça. Milhões de espectadores ficaram com a voz embargada. Os psiquiatras pareciam imbatíveis.
Em seguida, o mediador bradou: "O espaço está aberto!" Sabem quem subiu depois? Os professores? Não! O representante dos magistrados - os juizes de direito.
Ele subiu num degrau mais alto e num gesto de ousadia desferiu palavras que abalaram os ouvintes: "Observem os índices de violência! Eles não param de aumentar. Os seqüestros, assaltos e a violência no trânsito enchem as páginas dos jornais. A agressividade nas escolas, os maus-tratos infantis, a discriminação racial e social fazem parte da nossa rotina. Os homens amam seus direitos e desprezam seus deveres."
Os ouvintes menearam a cabeça, concordando com os argumentos. Em seguida, o representante dos magistrados foi mais contundente: "O tráfico de drogas movimenta tanto o dinheiro como o petróleo. Não há como extirpar o crime organizado. Se vocês querem segurança, aprisionem-se dentro de suas casas, pois a liberdade pertence aos criminosos. Sem os juizes e os promotores, a sociedade se esfacela. Por isso, declaro, com o apoio dos promotores e do aparelho policial, que representamos a classe mais importante da sociedade."
Todos engoliram em seco essas palavras. Elas perturbavam os ouvidos e queimavam na alma. Mas pareciam incontestáveis. Outro momento de silêncio, agora mais prolongado. Em seguida, o mediador, já suando frio, disse: "O espaço está novamente aberto!"
Um outro representante mais intrépido subiu num degrau mais alto da torre. Sabem quem foi desta vez? Os educadores? Não!
Foi o representante das forças armadas. Com uma voz vibrante e sem delongas, ele discursou: "Os homens desprezam o valor da vida. Eles se matam por muito pouco. O terrorismo elimina milhares de pessoas. A guerra comercial mata milhões de fome. A espécie humana se esfacelou em dezenas de tribos. As nações só se respeitam pela economia e pelas armas que possuem. Quem quiser a paz tem de se preparar para a guerra. Os poderes econômico e bélico, e não o diálogo, são os fatores de equilíbrio num mundo espúrio."
Suas palavras chocaram os ouvintes, mas eram inquestionáveis. Em seguida, ele concluiu: "Sem as forças armadas, não haveria segurança. O sono seria um pesadelo. Por isso, declaro, quer se aceite ou não, que os homens das forças armadas não são apenas a classe profissional mais importante, mas também a mais poderosa." A alma dos ouvintes gelou. Todos ficaram atônitos.
Os argumentos dos três oradores eram fortíssimos. A sociedade tinha se tornado um caos. As pessoas do mundo todo, perplexas, não sabiam qual atitude tomar: se aclamavam um orador, ou se choravam pela crise da espécie humana, que não honrou sua capacidade de pensar.
Ninguém mais ousou subir na torre. Em quem votariam?
Quando todos pensavam que a disputa havia se encerrado, ouviu-se uma conversa no sopé da torre. De quem se tratava? Desta vez eram os professores. Havia um grupo deles da pré-escola, do ensino fundamental, do médio e do universitário. Eles estavam encostados na torre dialogando com um grupo de pais. Ninguém sabia o que estavam fazendo. A TV os focalizou e projetou num telão. O mediador gritou para um deles subir na torre. Eles se recusaram.
O mediador os provocou: "Sempre há covardes numa disputa." Houve risos no estádio. Fizeram chacota dos professores e dos pais.
Quando todos pensavam que eles eram frágeis, os professores, com o incentivo dos pais, começaram a debater as idéias, permanecendo no mesmo lugar. Todos se faziam representar.
Um dos professores, olhando para o alto, disse para o representante dos psiquiatras: "Nós não queremos ser mais importantes do que vocês. Apenas queremos ter condições para educar a emoção dos nossos alunos, formar jovens livres e felizes, para que eles não adoeçam e sejam tratados por vocês."
O representante dos psiquiatras recebeu um golpe na alma.
Em seguida, um outro professor que estava no lado direito da torre olhou para o representante dos magistrados e disse: "Jamais tivemos a pretensão de ser mais importantes do que os juizes. Desejamos apenas ter condições para lapidar a inteligência dos nossos jovens, fazendo-os amar a arte de pensar e aprender a grandeza dos direitos e dos deveres humanos. Assim, esperamos que jamais se sentem num banco dos réus." O representante dos magistrados tremeu na torre.
Uma professora do lado esquerdo da torre, aparentemente tímida, encarou o representante das forças armadas e falou poeticamente: "Os professores do mundo todo nunca desejaram ser mais poderosos nem mais importantes do que os membros das forças armadas. Desejamos apenas ser importantes no coração das nossas crianças. Almejamos levá-las a compreender que cada ser humano não é mais um número na multidão, mas um ser insubstituível, um ator único no teatro da existência."
A professora fez uma pausa e completou: "Assim, eles se apaixonarão pela vida, e, quando estiverem no controle da sociedade, jamais farão guerras, sejam guerras físicas que retiram o sangue, sejam as comerciais que retiram o pão. Pois cremos que os fracos usam a força, mas os fortes usam o diálogo para resolver seus conflitos. Cremos ainda que a vida é obra-prima de Deus, um espetáculo que jamais deve ser interrompido pela violência humana."
Os pais deliraram de alegria com essas palavras. Mas o representante do judiciário quase caiu da torre.
Não se ouvia um zumbido na platéia. O mundo ficou perplexo. As pessoas não imaginavam que os simples professores que viviam no pequeno mundo das salas de aula fossem tão sábios. O discurso dos professores abalou os líderes do evento.
Vendo ameaçado o êxito da disputa, o mediador do evento disse arrogantemente: "Sonhadores! Vocês vivem fora da realidade!" Um professor destemido bradou com sensibilidade: "Se deixarmos de sonhar, morreremos!"
Sentindo-se questionado, o organizador do evento pegou o microfone e foi mais longe na intenção de ferir os professores: "Quem se importa com os professores na atualidade? Comparem-se com outras profissões. Vocês não participam das mais importantes reuniões políticas. A imprensa raramente os noticia. A sociedade pouco se importa com a escola. Olhem para o salário que vocês recebem no final do mês!" Uma professora fitou-o e disse-lhe com segurança: "Não trabalhamos apenas pelo salário, mas pelo amor dos seus filhos e de todos os jovens do mundo."
Irado, o líder do evento gritou: "Sua profissão será extinta nas sociedades modernas. Os computadores os estão substituindo! Vocês são indignos de estar nesta disputa.'
A platéia, manipulada, mudou de lado. Condenaram os professores. Exaltaram a educação virtual. Gritaram em coro: "Computadores! Computadores! Fim dos professores!" O estádio entrou em delírio repetindo esta frase. Sepultaram os mestres. Os professores nunca haviam sido tão humilhados. Golpeados por essas palavras, resolveram abandonar a torre. Sabem o que aconteceu?
A torre desabou. Ninguém imaginava, mas eram os professores e os pais que estavam segurando a torre. A cena foi chocante. Os oradores foram hospitalizados. Os professores tomaram então outra atitude inimaginável: abandonaram, pela primeira vez, as salas de aula.
Tentaram substituí-los por computadores, dando uma máquina para cada aluno. Usaram as melhores técnicas de multimídia. Sabem o que ocorreu?
A sociedade desabou. As injustiças e as misérias da alma aumentaram mais ainda. A dor e as lágrimas se expandiram. O cárcere da depressão, do medo e da ansiedade atingiu grande parte da população. A violência e os crimes se multiplicaram. A convivência humana, que já estava difícil, ficou intolerável. A espécie humana gemeu de dor. Corria o risco de não sobreviver...
Estarrecidos, todos entenderam que os computadores não conseguiam ensinar a sabedoria, a solidariedade e o amor pela vida. O público nunca pensara que os professores fossem os alicerces das profissões e o sustentáculo do que é mais lúcido e inteligente entre nós. Descobriu-se que o pouco de luz que entrava na sociedade vinha do coração dos professores e dos pais que arduamente educavam seus filhos.
Todos entenderam que a sociedade vivia uma longa e nebulosa noite. A ciência, a política e o dinheiro não conseguiam superá-la. Perceberam que a esperança de um belo amanhecer repousa sobre cada pai, cada mãe e cada professor, e não sobre os psiquiatras, o judiciário, os militares, a imprensa...
Não importa se os pais moram num palácio ou numa favela, e se os professores dão aulas numa escola suntuosa ou pobre - eles são a esperança do mundo.
Diante disso, os políticos, os representantes das classes profissionais e os empresários fizeram uma reunião com os professores em cada cidade de cada nação. Reconheceram que tinham cometido um crime contra a educação. Pediram desculpas e rogaram para que eles não abandonassem seus filhos.
Em seguida, fizeram uma grande promessa. Afirmaram que a metade do orçamento que gastavam com armas, com o aparato policial e com a indústria dos tranqüilizantes e dos antidepressivos seria investida na educação. Prometeram resgatar a dignidade dos professores, e dar condições para que cada criança da Terra fosse nutrida com alimentos no seu corpo e com o conhecimento na sua alma. Nenhuma delas ficaria mais sem escola.
Os professores choraram. Ficaram comovidos com tal promessa. Há séculos eles esperavam que a sociedade acordasse para o drama da educação. Infelizmente, a sociedade só acordou quando as misérias sociais atingiram patamares insuportáveis.
Mas, como sempre trabalharam como heróis anônimos e sempre foram apaixonados por cada criança, cada adolescente e cada jovem, os professores resolveram voltar para a sala de aula e ensinar cada aluno a navegar nas águas da emoção.
Pela primeira vez, a sociedade colocou a educação no centro das suas atenções. A luz começou a brilhar depois da longa tempestade... No final de dez anos os resultados apareceram, e depois de vinte anos todos ficaram boquiabertos.
Os jovens não desistiam mais da vida. Não havia mais suicídios. O uso de drogas dissipou-se. Quase não se ouvia falar mais de transtornos psíquicos e de violência. E a discriminação? O que é isso? Ninguém se lembrava mais do seu significado. Os brancos abraçavam afetivamente os negros. As crianças judias dormiam na casa das crianças palestinas. O medo se dissolveu, o terrorismo desapareceu, o amor triunfou.
Os presídios se tornaram museus. Os policiais se tornaram poetas. Os consultórios de psiquiatria se esvaziaram. Os psiquiatras se tornaram escritores. Os juizes se tornaram músicos. Os promotores se tornaram filósofos. E os generais? Descobriram o perfume das flores, aprenderam a sujar suas mãos para cultivá-las.E os jornais e as TVs do mundo? O que noticiavam, o que vendiam? Deixaram de vender mazelas e lágrimas humanas. Vendiam sonhos, anunciavam a esperança...”

Retirado do livro Pais Brilhantes Professores Fascinantes de Augusto Cury.