quinta-feira, 21 de maio de 2009

Amor de Mãe

Foi em dezembro de 1944 que tudo começou. Caminhões chegaram no campo de concentração de Bergen-Belsen e despejaram 54 crianças. A mais velha tinha 14 anos e havia muitos bebês. No alojamento das mulheres, Luba Gercak dormia. Acordou sua vizinha de beliche e lhe perguntou: "está escutando?" É choro de criança."A outra lhe disse que voltasse a dormir. Ela devia estar sonhando. Todos conheciam a história de Luba. Ainda adolescente se casara com um marceneiro e tiveram um filho, Isaac.

Quando veio a guerra, os nazistas lhe arrancaram dos braços o filho de três anos e o jogaram em um caminhão, junto com outras crianças e velhos. Todos inúteis para o trabalho e, portanto, com destino certo: a câmara de gás. Logo mais, ela pôde ver um outro caminhão arrastando o corpo, sem vida, do marido. No primeiro momento, desistira de viver. Depois a fé lhe visitou a alma e ela percebeu que Deus esperava muito mais dela.. Então, passou a ser voluntária nas enfermarias. Agora, Luba ouvia choro de crianças. Quem seriam? Abriu a porta do alojamento e viu meninos, meninas, bebês apinhados, em choro, no meio do campo. Separados de seus pais, se encontravam desnorteados e tinham fome e frio.

Luba as trouxe para dentro. E porque protestassem as demais ocupantes do infecto alojamento, ela as repreendeu, dizendo: "vocês não são mães? Se fossem seus filhos, diriam para que eu os deixasse morrer de frio? Eles são filhos de alguém."Em verdade, o que suas companheiras temiam era a fúria dos soldados da SS.Luba agradeceu a Deus por ter lhe enviado aquelas crianças. O seu filho morrera, mas faria tudo para que aquelas crianças vivessem.

Foi até o oficial da SS no acampamento e lhe contou o que fizera. Pôs sua mão no braço dele e suplicou. Ele se deu conta que ela o tocara, o que era proibido, e lhe aplicou um soco em pleno rosto, fazendo-a cair.

Ela se levantou, e falou: "sou mãe. Perdi meu filho em Auschwitz. Você tem idade para ser avô. Por que há de querer maltratar crianças e bebês?" "Fique com elas", foi a resposta seca do oficial.Mas ficar com elas não era suficiente. Era necessário alimentá-las. Nos dias que se seguiram, todas as manhãs, ela ía ao depósito, à cozinha, à padaria, implorando, barganhando e roubando alimentos.Os meninos ficavam à janela e quando a viam chegar diziam uns aos outros: "lá vem irmã Luba. Ela traz comida pra nós!". À noite, ela cantava canções de ninar e as abraçava. Era a mãe que lhes faltava. As crianças, que falavam holandês, não entendiam as palavras de Luba, que era polonesa, mas compreendiam seu amor.

Em 15 de abril de 1945, os tanques britânicos entraram no campo, vitoriosos e em seis idiomas passaram a rugir os alto-falantes: "estão livres! Livres!". Luba conseguira salvar 52 das 54 crianças que adotara como filhos do coração. Em abril de 1995, 50 anos após a libertação, cerca de 30 homens e mulheres se reuniram na prefeitura de Amsterdã para homenagear aquela mulher. Recebeu, em nome da rainha beatriz, a medalha de prata por serviços humanitários.

No entanto, declarou que sua maior recompensa era estar com aqueles seus filhos que, com o apoio de Deus, conseguira salvar da sombra dos campos da morte. Por isso tudo nunca pensemos que somos muito pequenos para lutar pelas grandes causas ou que estamos sós. Quem batalha pela justiça, tem um insuperável aliado que se chama Deus, nosso Pai.

CADA UM DE NÓS, PODE FAZER A DIFERENÇA, MESMO SE FOR SÓ EM CASA.

Essa mensagem foi-me enviada por uma grande amiga.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Conselhos de um velho Apaixonado

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer
seu coração parar de funcionar por alguns segundo,
preste atenção pode ser a pessoa 
mais importante da sua vida

Se os olhares se cruzarem e, neste momento,
houver o mesmo intenso brilho entre eles,
fique alerta pode ser a pessoa que você está
esperando desde o dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo
for apaixonte, e os olhos se encherem
d'água neste momento, perceba
existe algo mágico entre vocês

Se o 1º e último pensamento do seu dia
for essa pessoa, se a vontade de ficar
juntos chegar a apertar o coração, agradeça:
Algo do céu te mandou
um presente divino: O AMOR.

Se um dia tiverem que pedir perdão
um ao outro por algum motivo e, em troca,
receber um abraço, um sorriso,
um afago nos cabelos e os gestos
valerem mais que mil palavras,
entregue-se, vocês foram feitos
um para o outro.

Se por algum motivo você estiver triste,
se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa
sofrer o seu sofrimento chorar as suas
lágrimas e enchugá-las com ternura, que coisa
maravilhosa você poderá contar com ela em
qualquer momento da sua vida.

Se você conseguir, em pensamento, sentir o
cheiro da pessoa como se ela estivesse ali
do seu lado....

Se você achar a pessoa maravilhosamente linda,
mesmo ela estando de pijamas velhos,
chinelos de do e cabelos emaranhados...

Se você não consegue imaginar, de maneira
nenhuma, um futuro sem a pessoa a seu lado...

Se você tiver a certeza que vai ver
a outra envelhecendo e, mesmo assim, tiver a
convicção que vai continuar sendo louco por ela...


Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na
vida, poucas amam ou encontram um amor 
verdadeiro. Às vezes encontrame e por não
prestarem atenção nesses sinais, deixam o 
amor passar, sem deixá-los acontecer
verdadeiramente.
É o livre arbítrio. Por isso, preste atenção nos
sinais.


Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para
a melhor coisa da vida: o AMOR!!!

De Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 12 de maio de 2009

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Inacabado

Não perca de vista que toda vez que você tiver a oportunidade de tocar a sua fragilidade, você só tem o direito de tocar nessa fragilidade se for com o desejo de superá-la. Isso é ser feito aos poucos. É a gente descobrir que nós temos algumas fragilidades dentro de nós e que se a gente alimenta, elas correm o risco de se tornar o que há de maior em nós. E nós não temos o direito de nos reduzir a um erro, a um limite que temos. Eu não sou o limite que eu tenho, eu sou muito mais que os limites que eu tenho. Os limites fazem parte de mim, mas eu não sou os limites que eu tenho. Da mesma forma que eu não posso me reduzir ao meu passado, eu não sou um Homem do passado, eu sou um Homem do presente, marcado por experiências passadas, mas pronto para recolher o novo da vida, agora, neste momento. 

Somos homens e mulheres em processo de feitura, estamos sendo feitos aos poucos, e é maravilhoso a gente pensar isso, sabe por quê? Quando a gente compra uma casa que está pronta, você corre o risco de não gostar de um monte de coisa nela, não é verdade? Ou então, você pode acertar e comprar a casa dos seus sonhos, mas que não foi feita por você. A gente sempre vai olhar para aquela casa, que é a nossa, mas a gente sempre vai imaginar um detalhe que poderia ter sido diferente porque a casa não foi construída por nós. Olha que maravilha a gente poder pensar que a nossa vida é uma casa que é construída por nós e olha que até mesmo os outros que participam da nossa construção, eles só participam porque a gente deixa, um amigo trouxe um tijolinho ou trouxe um quadro no momento da decoração, seu amigo vem e traz um quadro para fazer parte da sua casa. 

Essa parede não é de pedra, esse quadro não é de concreto. Nós estamos falando de coisas da alma. Estamos falando dessa possibilidade que nós temos de ser uma casa espiritual, aquela que a gente não pode ver com os olhos, mas que nós podemos percebê-la com os olhos. Não vejo, mas percebo. A sua casa, mesmo que ela cause susto em muita gente, ela pode ser diferente porque essa construção está nas suas mãos, você está sendo feito. Deus está nos dando os instrumentais todos os dias para que a gente possa se refazer, para que a gente possa se reconstruir. 

Hoje, na casa da sua vida, Deus nos dá a oportunidade de derrubar paredes, de jogar pelo chão aquilo que não nos agrada e começar tudo de novo, para que seja uma casa bonita, não só aos nossos olhos, mas também agradável aos olhos daqueles que passam por nós. Como que a gente faz isso? Construindo aos poucos? É bom que seja assim. Uma construção que é feita aos poucos, a gente tem condições de enxergar diferente porque você vai e observa os detalhes. Na correria é complicado, na correria a gente corre o risco de erguer uma parede no lugar errado porque você não teve tempo de pensar o lugar certo para aquela parede. 

Às vezes na pressa de feitura, a gente constrói paredes no lugar errado, às vezes nós construímos muros onde não podemos e nos separamos de nós mesmos e até mesmo nos separamos de quem a gente ama. Pode ser que hoje você vá descobrir que há um muro nessa sua casa separando você daqueles que você ama. Qual é esse muro? Você pode descobrir, e sabe o que você faz com esse muro? Joga ele no chão porque a casa é sua, quem manda é você. Quem disse que você tem que morrer com este muro te incomodando? Quem disse que você tem que morrer com todas essas realidades humanas atrapalhando você a ver o outro lado. 

Há muros espirituais que nós corremos o risco de colocar ou então quadros desagradáveis... uma sala linda e de repente você percebe que naquela sala tem um quadro que não combina em nada com as cores da sala que você escolheu. O que tem que fazer? Ter coragem de tirar o quadro e jogar fora, dizer ‘olha, eu agradeço muito, mas esse quadro não está me ajudando’. Às vezes, existem pessoas que entram na nossa vida e começam a colocar detalhes em nós que não combinam com a gente e a gente, por falta de coragem, vai permitindo que aquilo vá ficando e daqui a pouco você se sente sufocado.

É o que meu amigo hoje reclamava para mim. Aquilo que ele havia feito de errado era como se fosse uma moldura que ele tinha permitido ser colocada na sala dele e que agora ele não conseguia ficar sentado na sala que ele tanto ama porque tinha um quadro atrapalhando ele, tinha um quadro retirando a paz, um quadro que não tinha anda a ver com a mobília da sala dele. Defeito é isso, é aquilo que nós insistimos em ficar, em permanecer e que de repente a gente está retirando a paz da nossa casa, da nossa casa interior, está retirando a graça da nossa vida porque nós estamos colocando detalhes que não fazem bem. Naquele momento você me ajudou a expulsar aquele quadro da minha sala e depois que eu tirei aquele quadro, veio uma paz muito grande. E às vezes, sabe o que é retirar o quadro? É pedir perdão a alguém. Retire o quadro do rancor, eu não quero que o rancor continue em mim. Eu não quero que esse rancor continue sendo determinante na minha vida. 

Hoje, na casa da sua vida, na sala da sua vida, há muitos detalhes que são seus, quem sabe hoje...a gente possa esbarrar em algum detalhe que possa lhe ajudar a colocar em ordem esse lugar que você tanto ama.” 

“Tu és bem mais que os seus erros do passado.”

Essa mensagem foi-me enviada por uma grande amiga.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

O Valor de uma Dona de Casa

Um homem chegou em casa, após o trabalho, e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora, ainda vestindo pijamas. Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa. A porta do carro da sua esposa estava aberta. A porta da frente da casa também.O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo. 
Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça. A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede. Na sala de estar, a televisão ligada berros num desenho animado  qualquer, e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas. 
Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, a geladeira estava aberta, tinha comida de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão. Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta. 
Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja. Será que a minha mulher passou mal? - ele pensou. Será que alguma coisa grave aconteceu?
Daí ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo do banheiro. Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia. A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma. 
Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista. Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou: Que diabos aconteceu aqui em casa? Por que toda essa bagunça? 
Ela sorriu e disse: - Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta: - Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?'  
Bem... Hoje eu não fiz nada, FOFO !!!!

Essa mensagem foi enviada a mim via e-mail por uma grande amiga.